Mais 3 ideias para filmes estilo John Wick com atores brasileiros que ainda não fizeram um filme estilo John Wick

John Wick com Tony Ramos: Tudo começa como uma novela do Manoel Carlos, com Leopoldo, o personagem de Tony Ramos, almoçando com Helena, interpretada por Vera Fischer, num restaurante italiano. Porém, logo depois de ambos se despedirem, Tony Ramos vai buscar sua gata no pet shop, e ao chegar lá presencia dois milicianos cobrando uma taxa de proteção dos proprietários do estabelecimento, um casal de idosos. Eles se recusam a pagar, Tony Ramos tenta argumentar com os bandidos, todos são baleados, a loja é incendiada e a gata de Tony Ramos morre. O que os milicianos não sabiam é que o personagem de Tony Ramos não apenas sobreviveu como já foi o maior assassino de aluguel do estado do Rio de Janeiro e irá agora entrar numa espiral de vingança que deixará um rastro de sangue do Leblon até o Vivendas da Barra, onde mora o pai do chefe do grupo de milicianos. Destaque para a cena em que Tony Ramos atropela 10 homens armados usando um BRT lotado e os passageiros só gritam É HOJE QUE EU CHEGO EM CASA NA HORA.

John Wick com Laura Cardoso: Laura Cardoso interpreta Iná, uma pacata vovó suburbana cuidando da neta para que seu filho e nora possam viajar durante uma semana. Mas quando o filho de um dos líderes da máfia capixaba mata o hamster de estimação da neta de Iná durante o recreio do colégio particular onde a criança estuda, eles descobrem um dos segredos mais bem escondidos da história do Brasil: que por trás da voz gentil, do rosto pacífico e dos bolinhos de chuva daquela vovó, se esconde a mulher que, sozinha foi responsável por derrotar os nazistas na Batalha de Monte Castelo, matando, com as suas próprias mãos, 47 soldados da 232ª Divisão de Infantaria alemã durante a participação brasileira na Segunda Guerra. O que se vê então é um rastro de destruição que deixa em chamas toda a cidade de Cachoeiro de Itapemirim em busca de vingança pela morte do hamster “Cremosinho”.

John Wick + Adrenalina + Taken com Fiuk: O filme começa com Fábio Junior, no papel de Fábio Junior, sendo sequestrado pelo que parece ser um bem treinado grupo de 7 mercenários durante um show no interior de Minas Gerais. A família recebe um pedido de resgate e Cléo Pires precisa buscar a única pessoa que, mesmo contrariada, seria capaz de salvar seu pai: Fiuk. Sim, porque secretamente não apenas Fábio Junior era um dos mercenários mais perigosos do continente, como treinou seu filho para ser uma máquina de matar movida a nicotina, sendo toda a carreira musical apenas uma fachada para essa atividade ilegal da família Junior e Fiuk um ser humano que não pode passar mais de 8 horas sem tragar um cigarrinho.

Porém após rastrear o acreditava ser o cativeiro de seu pai, Fiuk acaba tendo que confrontar sua própria mãe, já que o grupo de mercenários que sequestrou Fábio Junior era composto apenas por ex-mulheres do cantor, cobrando meses de pensão atrasados e revelando para Fiuk que seu pai na verdade era um dos principais operativos que o governo militar usava para assassinar líderes democráticos durante os anos 70 e 80. Ainda transtornado ao descobrir que seu pai era o verdadeiro vilão em toda essa história, quando finalmente Fiuk vai libertar Fábio Junior ele descobre que o cantor e ator não está mais ali, pois o sétimo mercenário era na verdade a cantora e dançarina Gretchen que queria usar um casamento com Fábio Junior para bater o recorde de pessoa que mais vezes se divorciou e também voltar mais uma vez ao noticiário e participar da nova versão do quadro Ding Dong com Fausto Silva na TV Bandeirantes.

O terceiro ato é todo sobre Fiuk, tendo apenas um Derby suave no bolso e se sentindo cada vez mais fraco, tendo que escapar dos assassinos contratados por Gretchen (Theo Becker, Márcio irmão do Vavá do Karametade, Dado Dolabella gritando “TE MATAR NÃO É ASSASSINATO, ASSASSINATO É COMER CARNE”) e filar cigarros de clientes de bar enquanto tentar salvar a vida do próprio pai.

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quando eu tinha 10 anos uma professora disse que eu escrevia bem. até hoje estamos lidando com as consequências desse mal-entendido

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João Luis Jr.

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